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Marina Silva transcende questão ambiental e aposta em temas como educação e saúde pública para ganhar o voto dos brasileiros.
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Bispo do Xingu, Dom Erwin Kräutler considera a construção da hidroelétrica Belo Monte inviável e prejudicial aos moradores daquela região.
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A Todescan Siciliano Arquitetura aposta na sustentabilidade para criar um ambiente melhor, mesmo em cenário de crise financeira.
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A Ecoesfera Empreendimentos Sustentáveis aposta na classe média e na conscientização ambiental para crescer em tempos de crise.
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Para enfrentar a crise, Even aposta na constante análise do mercado e na cautela quanto à formação do landbank.
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Ruy Ohtake fala sobre a identidade da arquitetura brasileira e o desafio de implantação de projetos de vanguarda.
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Ao completar 30 anos, a EZTEC propõe planejamento conservador para vencer a crise e aposta em projetos residenciais para a classe média.
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Para Rosana Ferrari, o conhecimento é a melhor forma de se impor em profissões predominantemente masculinas.
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O presidente e um dos sócio-fundadores da Método Engenharia, Hugo Marques da Rosa, explica a estratégia de investimento em tecnologia e diversidade nos projetos para continuar a crescer.
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Com quase trinta anos de atuação, Luiz Fernando Rocco fala, junto a seu sócio Fernando Vidal, sobre a gestão participativa adotada em seu escritório.
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Ao somar 50 anos de história, a Sobloco foca suas atividades em projetos de ocupação urbana.
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Meio século de atuação levou Roberto Loeb a percorrer caminhos pouco comuns à arquitetura.
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Na contramão do mercado, Odebrecht Empreendimentos Imobiliários investe
no público de alto padrão como diferencial.
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Para Jonas Birger, a maior dificuldade atual do mercado é a grande quantidade de trabalho não remunerado, que começa a complicar a vida dos arquitetos.
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A MRV entrou na Bolsa de Valores com sede de crescimento, e já desponta em diversos estados brasileiros atrás do mercado de apartamentos econômicos.
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O arquiteto e viajante Sérgio Teperman espera que a arquitetura brasileira seja mais industrializada e tecnológica.
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Em meio às comemorações pelo seu cinqüentenário, a Norcon expande suas operações para todos os estados do Nordeste.
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Segundo Marcel Monacelli, o mercado atual exige que o arquiteto tenha visão de empresário – mas sem abandonar o desejo de fazer projetos inovadores.
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A MBigucci busca se manter no mercado imobiliário partindo do princípio de manter os “pés no chão”.
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Paulo Lisboa fala da dificuldade de contratação de profissionais no demandado mercado da construção e da formação dos arquitetos.
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O Grupo WTorre expande suas atividades para o exterior; somente a divisão WTorre Empreendimentos tem planos de atuar do México à Argentina.
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Vasco de Mello vislumbra um futuro melhor para sua profissão, com a criação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo.
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InPar espera que os empreendimentos para a baixa renda representem 40% dos seus lançamentos.
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Decio Tozzi avalia os projetos arquitetônicos.
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Carlos Bratke fala da dificuldade de reconhecimento dos arquitetos no exterior.
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A Agra busca otimizar relações com parceiros construtores e opta por contratar arquitetos ágeis.
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A Hochtief do Brasil aposta na diversificação de seus serviços.
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O arquiteto Siegbert Zanettini foi pioneiro na utilização da liga metálica.
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A Company pretende manter a atuação em diferentes segmentos.
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O arquiteto Dante Della Manna não vê com bons olhos o futuro do mercado.
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Wilson Amaral, da Gafisa, fala sobre financiamentos e mudanças no mercado.
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Henrique Cambiaghi quer que o projeto lidere a incorporação e construção.
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O arquiteto Edo Rocha dedica-se exclusivamente ao segmento corporativo.
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A Cyrela Brazil Realty, a primeira empresa do setor no Brasil.
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